novembro 11, 2017

Como confeccionar uma cortina vintage para cozinha






















No seguimento da publicação anterior, "as cores da minha cozinha", trago-vos a confecção da cortina e algumas fotos do passo-a-passo. Usei tecido xadrez por achar que se enquadra bem no estilo. Para os detalhes usei renda fina branca de compra e fitas gregas, que no Brasil penso se chamar de sianinhas, e que eram muito usadas há umas décadas nas mais variadas situações, tanto em vestuário como nas roupas para a casa. 



















A sianinha branca foi pregada ao tecido de forma simples, à máquina, enquanto na azul usei um ponto de bordado à mão para dar aquele toque especial e mais artesanal.


Esta renda é-me muito especial e quis integrá-la também. Feita por mim há muitos muitos anos e é uma daquelas peças em croché que já não tinha mais utilidade aqui em casa, mas da qual não conseguia desfazer-me. Assim, em vez de ficar fechada numa gaveta a ganhar mofo, ganhou uma nova vida. Dei-lhe uma segunda oportunidade e agora tem lugar de destaque no cimo da minha janela, com vista para o meu pedacinho de verde.










Dividi-a ao meio e de cada lado fiz ponto em zig-zag apertado, para poder cortar a renda e esta não se desmanchar. Assim fiquei com duas metades, uma para cada cortina.













 Arrematei as pontas com uma carreira de quadrados em croché feitos com ponto alto e 2 laçadas entre eles e por fim uma carreira de picôs.


O tecido maior (parte de baixo), franzi-o um pouco e depois cosi-lhe a peça de crochê, à máquina. A barra superior é face dupla e foi pregada do avesso primeiro e só depois virada e fechada em cima onde juntei as argolas. 



























Usei umas argolas em metal, com pintura em branco e acabamento envelhecido.
Espero que tenha dado para perceber e se servir de inspiração a alguém, óptimo! Qualquer dúvida, podem sempre usar a caixinha dos comentários e eu responderei! ;)

                                                          Fotografias: maga rosa

novembro 07, 2017

As cores da minha cozinha

























Estas são as novas cores da minha cozinha. Bem, o azul da parede é um tom mais parecido com aquele do título do meu blog, mas a máquina fotográfica modificou-o um pouco. Dependendo dos olhares, ora é um tom mais acinzentado, ora mais verde. Mas o que gosto mesmo, é que ficou com um “ar” mais vintage. Só lhe falta um daqueles frigoríficos de arestas arredondadas e cor vibrante (vermelho ou azul), que vi à venda numa certa loja, que custa os olhos da cara e o espaço interno nem é nada por aí além, mas são lindos, lindos… Qualquer dia ainda pinto o meu! Anos tem ele! Ahahah 

Numa fase em que pincelei de cores alegres todos os cantinhos (ou quase) aqui da casa, a parede externa da cozinha ganhou um amarelo torrado, já que dizem que é uma cor auxiliadora da digestão. E depois, é uma cor bem alegre! Houve quem na época não achasse muita piada, mas lá se habituou e agora até resistiu à ideia de mudança, quando a propus cá em casa… De vez em quando sabe bem mudar, nem que seja a decoração dos nossos aposentos.  















Mas (há sempre um mas!), para ficar assim alegre e cheia de vida, teve de passar por todo um processo que deu algum trabalho aqui à maga. Á pois, é que aqui esta que vos escreve é “pau para toda a obra” como se costuma dizer! Antes de dar a nova cor, tapei o amarelo com branco para não alterar o novo tom escolhido, assim como também o tecto e parede acima do azulejo também precisou de pintura nova. 


Ela já foi assim toda branquinha, nos primeiros anos da sua existência. Branca, é como quem diz…Os armários já o foram, mas com o tempo ganharam um tom amarelado. É pena que isso aconteça em muitos materiais que têm como cor, o branco. 













Confeccionei uma nova cortina e pintei os vasos e suporte para as especiarias no mesmo tom de azul, mas isso é tema para os próximos “posts”…
A vontade foi de pintar também os armários, mas contive-me! eheheh

E foi na minha cozinha, na minha nova cozinha, que me inspirei para criar este novo visual do “maga rosa”, o meu querido cantinho na blogosfera. 

💖
                                                            Créditos de imagem: maga rosa

outubro 29, 2017

Esta noite mudou a hora

Hoje devo ter acordado do outro lado do espelho da Alice, porque nos relógios cá de casa marcavam sempre as nove horas. Por mais voltas que eu desse à sala e voltasse a olhar lá estava o ponteiro no 9, ou no IX, dependendo para qual relógio eu estava a olhar.

O marido que tinha de sair de casa às 09h30, acordou meia hora antes e começou a despachar-se. Entre espreguiçadelas e o aconchegar mais o lençol a mim, vi-o olhar para o relógio de pulso e responder-me que eram 9 horas. – “Ainda é cedo! –pensei” e voltei a dormir mais um sono. Até que acordei com os latidos da Milka do lado de fora do quarto da dona a pedir para entrar. O marido, nem sinais dele. Já tinha ido à sua vida.

Perdida no tempo, levantei-me e desci as escadas à procura de um relógio. Nove horas em ponto, lá estava em todos os quatro pregados nas paredes. Ainda?
No computador: 9 horas. Telemóvel: 9 horas.

A manhã decorreu devagar, mas não correspondia ao meu relógio interno…

A sensação até que nem é má…Ver o tempo a passar como num filme em câmara lenta.

Senhores do tempo, podem andar com o tempo para trás mais vezes?!

Lá está, esta noite mudou a hora, mas o relógio de pulso do marido continuou a girar no mesmo sentido ininterruptamente. Enquanto lá em baixo, na sala, a filha rodou os ponteiros dos relógios todos (e são 4), quando entrou em casa depois de um serão de noite das bruxas antecipada e antes de se meter na cama.  

Agora que acertei o passo com o tempo e os relógios batem todos a compasso, procuro não perder mais tempo, que ele é precioso! (a pôr uns trabalhos em dia)

ps. (para quem não é de Portugal talvez não saiba, mas aqui a hora muda duas vezes por ano. Neste fim-de-semana ganhámos mais 1hora e por isso, quando eram 2h da manhã, passou a ser 1hora. Este é o nosso horário de Inverno. No horário de verão fazem o inverso, retiram-nos 1 hora). 



                                                                                    Imagens fonte: Pinterest

outubro 26, 2017

A fonte encantada...


Num cenário idílico, entre o verde no vale de uma encosta de Santarém, esconde-se esta bela fonte. A Fonte das Figueiras, construção medieval que sobreviveu até aos nossos dias, foi porventura local de mouras encantadas, cavaleiros sedentes e camponeses a caminho das planícies que se encontram aos pés da nossa bonita cidade.

Quem sabe, foi ali que a Maria do Monte, nascida e criada na encruzilhada em frente, descia para beber água e encontrou o Chico da Nora, por quem se enamorou e trocou uns beijos às escondidas.

Hoje, com as minhas filhas (as minhas musas), aproveitámos um pouco da manhã outonal para fazer uma sessão fotográfica e absorver as energias do local. Tem dias que uma nuvem de nevoeiro cerrado e baixo paira por ali pelo vale acima, dando-lhe uma aura de mistério. É a nossa Avalon Ribatejana. Hoje não tivemos essa sorte.




Ainda houve lugar para a brincadeira…

Foi por um triz que não caí à água, mas depois de algum equilibrismo, o tombo deu-se para o lado contrário. Sorte!


























Desta descendente de celtas, Ibéricos e com uma costela mourisca, um grande xi- ♥   
                     
(ah, e visitem à vontade, que a entrada é livre e aberta a todos!)

                                                                                                   Fotografias: maga rosa
                                                       

outubro 22, 2017

Momento picante do dia...


…e se elas picam!

Hoje finalmente lá fui cortar as malaguetas que a vizinha deu e depois de ter distribuído algumas pelas casas da filha e do namorado da outra filha. Sobraram só quatro porque nem sou muita dada aos picantes e estas queimam que se farta!

Depois de picadinhas coloquei-as num frasco de vidro. Sementes também. Juntei-lhes óleo. Prefiro cozinhar com azeite, mas neste caso não é o mais indicado porque rança e o óleo de cozinha é uma melhor escolha para conservar e preservar os sabores. Depois, é só juntar uma colherzinha de chá do líquido na confecção dos pratos e é aquele toque extra que até vai acelerar o metabolismo!


Afinal sempre valeu a pena guardar as rolhas do champanhe do aniversário! :D

Ps. Se forem experimentar fazer isto, não façam como eu!... Usem luvas de cozinha, por favor! Horas depois e ainda sinto o ardor nas pontas dos dedos.



                                                                                                     Fotos da minha autoria.

outubro 16, 2017

E porque hoje é o dia Mundial da Alimentação...


O drama do fogo repete-se e perante tamanha calamidade que o país vive novamente, fico sem palavras… Os meus dedos ficam suspensos sobre as teclas enquanto um nó se fixa na garganta e nada sai. Não há palavras, mas as emoções são muitas!...

…Pelo que prefiro escrever sobre coisas boas.

Pão!

Hoje é o dia Mundial da Alimentação e por extensão, também o dia do pão, aquele produto tão nosso, tão bom, tão fácil e ao mesmo tempo tão rico. Alimento de ricos e pobres, que atravessou gerações, ganhou conotação religiosa e lugar na história…
… e ainda foi alvo de um milagre!

- “São rosas senhor, são rosas…” palavras daquela cujo marido há 7 séculos plantou o pinhal, que hoje desapareceu sob o fogo e ao ser interrogada pelo consorte levando no regaço um monte de pães para distribuir pelos pobres.

Pão quentinho, acabado de sair do forno a lenha e com manteiga a derreter (quando não era margarina!), povoa as minhas lembranças… Na aldeia fazia-se o pão para a semana. Dava trabalho, pelo que a fornada dava para uma semana inteira. E se durava! Mesmo duro era uma maravilha e não havia cá bolores que entrassem com ele. Que bom que era o cheiro do pão da minha avó paterna. E o da minha mãe. Mais tarde mudei-me para uma casa que tinha forno à antiga, não um mas dois, e foi a minha vez de transformar farinha, água, sal e fermento, em deliciosos pães. Hoje os fornos já não existem e compro o pão na padaria, com variedades que nunca mais acabam.

Diz o ditado que “em casa onde não há pão, todos ralham e ninguém tem razão”, então que o pão não falte a ninguém, em nenhuma casa, em nenhuma mesa!








Fotos: Pinterest, Couleur, Cacho 
Fotografia "À mesa" do arquivo pessoal (euzinha).

outubro 01, 2017

Blog com visual novo


Este post poderia sim chamar-se “ como estragar um blogue em 5 minutos”!

E depois foram três horas a consertar (e a descobrir a asneira), mais uma para dar um ar minimamente apresentável, deixando ainda muitos detalhes por rectificar (se conseguir). Isto é o que faz ser adepta do faça você mesmo (que é para não me chamar de forreta). E assim se faz um blogue com os recursos free disponíveis e uma boa dose de aventura.

Às duas horas da manhã de volta de códigos e configurações e é assim a vida de bastidores de uma blogueira. Isto depois de um dia na cozinha em limpezas profundas para lhe dar também a ela, um novo colorido e foi nela que me inspirei para as novas cores do blogue.

O “cabeçalho” está mais a minha cara e ganhou as energias de uma mandala, quanto ao restante, tive de abdicar do ar leve e liso que tinha ao mudar o “template”, mas não se pode ter tudo...

Sugestões? Ajudas para tirar aquelas “caixinhas” na coluna lateral e as molduras das fotos? ;) 


                                                                                     Imagem: Pinterest


setembro 22, 2017

Adeus Verão!


O tempo já cheira a Outono, ou talvez não! Talvez seja dos meus sentidos que anseiam pela temperatura amena das estações intermédias. Hoje inicia um novo ciclo (gosto de pensar assim) e felizmente que a vida é cíclica, porque assim temos a oportunidade de recomeçar vezes sem conta. Há quem faça mais no Verão, já eu, é quando este termina que ganho energia extra. É quando faço mais planos. É quando o tempo começa a mudar e as cores dos dias suavizam, que procuro pôr em dia o que não foi feito nos dias quentes. E antes que o rigor do Inverno me surpreenda, é ver-me a pegar na paleta das cores e a dar vida a cada recanto. Aproveito para renovar as energias à minha volta e dentro de mim.

A este momento, ao Equinócio do Outono, os Celtas chamavam de Alban Elfed e comemoravam a colheita final dos frutos e grãos, com um festival dedicado aos deuses, Mabon e à sua mãe a deusa das colheitas. A grande mãe Terra.

Sendo as noites iguais aos dias, é uma época de equilíbrio, de paz e tempo de fazer a avaliação de tudo o que se plantou e colheu. É tempo de agradecer.

Muda-se de estação, muda-se de signo. Virgem dá lugar a Balança. Não é à toa que este signo que entra juntamente com o Outono, é considerado o do equilíbrio. É aquele que tem a balança como símbolo, um dos “objectos” da justiça.

Parabéns para todos os Librianos (Balanças)!



                                                                                                 ilustração: Morgan Davidson


setembro 14, 2017

Tive um irmãozinho!



























O nosso subconsciente é qualquer coisa de extraordinário! Às vezes vivemos com cada filme enquanto dormimos!... Gostava de ter um aparelhómetro para poder gravar o que vai no meu cérebro enquanto o João Pestana ronda por aqui. Umas vezes são verdadeiros filmes de acção. Noutras, uma autêntica comédia. E nesta última noite (ou manhã), foi uma mistura de ambos, com um toque de qualquer coisa que vai para lá da minha compreensão. Ou talvez não…
Fascina-me a capacidade que o subconsciente tem de alterar as informações que mantém guardadas, a seu belo prazer e enviá-las sob a forma de charadas para que as decifremos.
Não resisto em trazer-vos o meu último sonho. Um enigma sob a forma de maternidade.

A história desenrolou-se no interior de um hospital e com mais ou menos peripécias eu e a minha filha mais nova conseguimos chegar ao piso 7, onde a minha mãe estava para observação por não ser ainda o momento de dar à luz. Chegadas lá, fomos encontrá-la sentada com o rebento mais novo ao colo, gorducho e de olhos bem abertos. Reparei que tinha parecenças com o meu falecido pai. Um menino. Fiquei satisfeita, assim a minha mãe passava a ser mãe de dois casais. E como a astrologia não me larga nem nos sonhos, passei parte do tempo a ler uns papéis na tentativa de perceber qual o signo chinês da criança.
Agora que escrevo, sinto-me frustrada por me ter esquecido de qual era o bicho. Deveria tê-lo registado enquanto a memória não me atraiçoou. Sei que se tratava de um animal pequeno, talvez coelho ou galo. O primeiro não existe nos signos, já o segundo, é o bichinho que rege o ano corrente.

O curioso, é que nas últimas 2 ou 3 semanas já é o terceiro sonho com gravidez e recém-nascidos. Primeiro fui eu, grávida. Num segundo sonho tinha uma bebé (minha), aos meus cuidados e agora foi a vez da minha mãe.

Deste sonho retiro várias informações:
- A gravidez em si (da minha mãe que conta a bonita idade de 70 anos).
- Um recém-nascido.
- O número SETE.
- A minha atenção e foco no signo chinês (que durante o dia acabei por esquecer).
- A presença da minha filha mais nova.

Mensagem de fertilidade está excluída. Não é o caso.

Alguém aí, com conhecimentos de interpretação da simbologia dos sonhos que me dê umas luzes? ;)



                                                                                                Fonte de Imagem: Urdu-mag

setembro 06, 2017

A minha gaiola dourada


Estamos na fase de Lua cheia, hoje, precisamente à hora em que acordei, lá estava ela no seu auge! E esta Lua Cheia mesmo em cima do meu Ascendente trouxe ao de cima algumas reflexões. A Lua é isso mesmo, são as memórias e vivências que vamos carregando na nossa bagagem. Em Peixes ela traz à tona o sonho e é sobre esse sonho que eu hoje escrevo…

Não foi há muito que tivemos um eclipse solar no signo de Leão e sobre o qual até escrevi aqui. No meu mapa natal, para além de se dar na casa VI (a  das rotina e tarefas do dia-a-dia), até que não “tocou” nada significante em Leão (signo onde estava o Sol no momento do eclipse) e nem no seu signo oposto, Aquário. No entanto, a dupla (Sol e Lua) conseguiram tocar a minha Lua através daquilo a que os astrólogos chamam de sextil, um aspecto tido de bonzinho, amigável. E onde está a minha Lua natal? Precisamente na casa IV, que significa as raízes, a bagagem que carrego comigo e literalmente a minha casa. E por quadratura (um aspecto mais tenso), ao regente do meu ascendente.

E não é que umas semanas antes de se dar o eclipse, comecei com uma sensação que nem eu mesma entendia. Era como se sentisse uma vontade inexplicável de me libertar de algo… De começar de novo. Simplificar é o termo mais correcto até, para este meu sentir.

A casa ficou grande demais. Exigente demais. Sufocante para esta minha alma nómada. E eu que adoro a minha casa, o meu lar. O meu cantinho no mundo, que construí de raiz com tanto amor e dedicação. Aqui está tanto de mim. Esta casa sou eu e de repente tornou-se na minha gaiola dourada. 
Não perdeu o encanto, mas tornou-se demais. E dei por mim a ver terrenos, a dar primazia à vista. Ao espaço envolvente. Poder ver um nascer do sol da janela, ou o pôr-do-sol sentada à porta da casa. Ter a natureza paredes meias, mas sem perder de vista a civilização. Poder viver mais lá fora e menos cá dentro. 

Dei por mim a falar ao telefone com o senhor de uma imobiliária e a dizer-lhe que desejo uma casa pequenina. Ele riu-se e respondeu:

-“ Tem graça, é que toda a gente quer o contrário, cada vez maior!”

Pois, então eu estou virada do avesso, só pode!

Quero a minha casinha pequenina, com muitas janelas e portas abertas para a rua, para ver e viver o mundo lá fora.

A tensão que o eclipse causou (e ainda está a causar) no planeta regente do meu ascendente na casa III (que significa o ambiente à nossa volta, entre outras coisas) está a empurrar-me literalmente para fora da minha casa e de mim mesma.

Só por curiosidade… Há 18 anos, em 1999, precisamente quando se deu um eclipse no signo de Leão, no mês de Agosto andávamos nós a empacotar tudo e a deitar abaixo a casa que anteriormente ocupava este sítio. A casa velhinha para onde viemos morar com a nossa filha bebé, há 29 anos, também em Agosto.

Eu sou de signo Touro. Mudança? Isso é com calma!
E vem um eclipse que eu até desvalorizei, para mexer com as minhas estruturas internas no sentido de me obrigar à mudança…

🌞🌛



                                                                                                          Imagem ilustrativa: Pinterest